A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou a Operação Kyma para desarticular um esquema de fraude em concursos públicos, cumprindo 11 mandados de prisão e 22 de busca e apreensão autorizados pela Justiça.
Entre os investigados estão quatro agentes de segurança pública, sendo dois policiais militares, um guarda municipal e um policial penal. Segundo as investigações, eles tinham funções diferentes no esquema, desde participação na organização criminosa até atuação como “clientes”, que pagavam para obter vantagem nas provas.
A fraude ocorreu no concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco, realizado em setembro de 2025 e posteriormente anulado após a confirmação das irregularidades.
De acordo com a polícia, o grupo atuava em duas frentes. Primeiro, conseguia acesso antecipado às provas, que eram fotografadas e repassadas ao líder da organização. Depois, as questões eram resolvidas por pessoas especializadas e os gabaritos enviados aos candidatos envolvidos.
Para burlar a fiscalização, os participantes utilizavam equipamentos como pontos eletrônicos, dispositivos com bluetooth e anotações escondidas nas roupas. Alguns aparelhos eram adaptados para não serem detectados, inclusive com indícios de importação.
Os candidatos podiam pagar até R$ 70 mil após a aprovação. A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados, e o caso apura crimes como organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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