Os protestos que vêm acontecendo nas últimas semanas no Irã, contra a alta inflação de 40% do país e o regime do aiatolá Ali Khamenei se espalharam e o número de mortos ultrapassa dos 500.
Com o agravamento da situação nas últimas horas, até o momento 538 foram o número de mortos, sendo 490 civis e 48 policiais. Além de mais de 10.670 pessoas presas, existem denúncias de corpos amontoados em hospitais e de um massacre em curso.
Com o sinal de internet do país foi cortado desde a última quinta-feira, não se sabe ao certo o número real de mortos.
O governo iraniano não está divulgando regularmente números oficiais da atuação policial nos protestos e acusa os EUA e Israel de se infiltrarem nos protestos e os culpam pelas mortes ocorridas nos movimentos.
Com os protestos e mortes escalando cada vez mais, os EUA discutem como devem proceder nas próximas horas. Nesse final de semana, o secretário americano conversou com Benjamin Netanyahu sobre possíveis intervenções no país.
Na noite de ontem, Trump disse que o Irã “cruzou a linha vermelha” e declarou que “estamos considerando algumas opções muito fortes. Tomaremos uma decisão.”
Como resposta, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian acusou os manifestantes de ligação com “terroristas” e ameaçou atacar Israel e bases americanas caso os EUA façam alguma ação militar.

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