Em assembleia realizada nesta terça-feira (18), a Associação Municipalista de Pernambuco reuniu prefeitos de diversas cidades do estado, que aprovaram a criação de um teto de R$ 350 mil para pagamento de cachês artísticos em eventos promovidos pelas prefeituras.
A proposta tem como objetivo estabelecer um parâmetro comum para os gastos com atrações culturais, especialmente em festas tradicionais, como o São João e outras celebrações populares, buscando maior equilíbrio nas despesas públicas e mais transparência na aplicação dos recursos municipais.
A definição do limite foi baseada em um levantamento conduzido pela própria Amupe, que contou com a participação de cerca de 81% dos municípios pernambucanos. Entre os 149 municípios consultados, 96% dos gestores manifestaram apoio à criação de um padrão para os valores pagos a artistas.
Segundo representantes da entidade, a medida surge em meio a debates sobre responsabilidade fiscal e à necessidade de evitar disparidades entre cidades, onde algumas acabam pagando valores elevados que nem sempre condizem com a realidade orçamentária local.
A iniciativa também busca fortalecer o planejamento financeiro das prefeituras, garantindo que investimentos em cultura ocorram de forma sustentável, sem comprometer outras áreas essenciais da administração pública, como saúde, educação e infraestrutura.
Apesar da aprovação do teto, a proposta ainda deve servir como referência para os municípios, podendo haver ajustes conforme a realidade de cada cidade e o porte dos eventos realizados.

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