O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para apurar a ausência de concurso público no município de Bonito, no Agreste, há mais de 17 anos. A investigação também mira o elevado número de contratações temporárias em áreas como Saúde, Educação e Administração.
Segundo o órgão, há indícios de que esses profissionais estejam ocupando funções permanentes que deveriam ser preenchidas por servidores efetivos, o que pode configurar irregularidade e até ato de improbidade administrativa.
De acordo com a portaria assinada pelo promotor Adriano Camargo Vieira, a prática pode indicar tentativa de burlar a exigência constitucional de concurso público. Dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontam que mais de 50% dos vínculos no município são temporários.
Ana Clara Vital
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