EDUARDO MOURA É INDICIADO POR INJÚRIA E DIFAMAÇÃO POR CHICO KIKO E ESPOSA

Inicialmente Chico Kiko (PSB) realizou uma denúncia após Eduardo Moura (Novo) fazer gesto de chifre na sua cabeça em sessão plenária na Câmera Municipal no dia 10 de fevereiro.

A Polícia Civil de Pernambuco indiciou, na segunda-feira (16), o vereador Eduardo Moura por ofensas à honra do colega Chico Kiko e da esposa dele, Maria José da Silva. Segundo o inquérito, o parlamentar responderá por injúria qualificada e difamação, com agravantes por terem sido cometidas diante de várias pessoas e divulgadas nas redes sociais.

A investigação foi conduzida pelo delegado Mário de Oliveira Melo Júnior, da Delegacia de Boa Viagem, após denúncia feita por Chico Kiko. O caso se refere a um episódio ocorrido no dia 10 de fevereiro, durante sessão na Câmara Municipal do Recife, quando Moura fez um gesto de “chifres” sobre a cabeça do colega.

Na denúncia, Kiko argumenta que o gesto é amplamente interpretado como uma ofensa, sugerindo traição, o que também teria atingido a honra de sua esposa. Segundo a assessoria do parlamentar, a situação gerou indignação e motivou a abertura de representação no Conselho de Ética da Câmara.

O inquérito aponta que, “apesar de não citada diretamente, o gesto realizado acaba por imputar fato ofensivo à honra da querelante Maria José da Silva, uma vez que se na cabeça do seu marido cabem ‘chifres’, é porque ela o traiu”.

O inquérito aponta que a repercussão do caso nas redes sociais e na imprensa ampliou os danos à reputação da mulher, causando constrangimento, vergonha e abalo psicológico.

Ainda conforme a polícia, Eduardo Moura admitiu o ocorrido e afirmou ter se retratado após saber que o colega se sentiu ofendido, tanto de forma privada quanto pública. Ele, no entanto, declarou que não teve intenção de injuriar ou difamar.

Em nota, Moura disse que não foi oficialmente comunicado sobre o indiciamento e alegou ser alvo de perseguição política, citando o prefeito João Campos. A acusação foi negada pelo vereador Samuel Salazar, líder do governo na Câmara, que afirmou que a denúncia é legítima e baseada em um fato concreto.

O caso também segue em análise na Comissão de Ética da Câmara Municipal do Recife e pode resultar em sanções administrativas.

No dia 23 de fevereiro, 12 dias após o episódio na Câmara, o vereador Eduardo Moura acusou o colega Chico Kiko de ameaça de morte.

Durante pronunciamento, Moura afirmou que Kiko teria dito, diante de outros parlamentares, que “daria um tiro nele”. Diante da suposta ameaça, o vereador registrou um boletim de ocorrência e formalizou denúncia junto ao Ministério Público de Pernambuco.

“Fiquei sabendo dois dias depois que, ao me ausentar dessa plenária, fui ameaçado de morte pelo vereador Chico Kiko no gabinete especial conhecido como buraco frio e também em várias dependências desta Casa, com dizeres como: ‘vou dar um tiro nele’, ‘vou matá-lo'”, disse, na ocasião.

Na época, ao ser procurado, Chico Kiko declarou que não havia sido oficialmente notificado sobre a acusação. Em nota, afirmou que, caso tenha feito a declaração mencionada, caberia ao colega apresentar provas da alegação.

Nina Gil

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