A investigação sobre a morte do ex-governador Eduardo Campos terá um novo e decisivo desdobramento técnico. A Justiça Federal de Santos (SP) nomeou o perito Silvio Venturini Neto para conduzir uma perícia judicial inédita no caso do acidente aéreo de 2014.
O perito intimado terá um prazo de 15 dias para apresentar a estimativa de honorários e o plano de trabalho. A decisão judicial ignora a resistência da União, que defendia que a palavra final caberia apenas ao Cenipa e à Polícia Federal, e abre caminho para uma revisão independente das causas da queda do Cessna Citation 560 XLS.
A ação, movida pelo advogado Antônio Campos (irmão) e pela ex-ministra Ana Arraes (mãe), sustenta que os laudos anteriores foram insuficientes ou inconclusivos. O foco da nova análise será um parecer técnico do comandante Carlos Camacho, assistente da família, que apontou indícios de defeito no profundor do compensador.
Essa peça é vital para controlar a inclinação (arfagem) do avião. Se travada, poderia forçar a aeronave para baixo, impedindo a recuperação pelos pilotos. A perícia buscará esclarecer se houve defeito de fabricação ou falha de manutenção na peça, fabricada pela holding americana Textron, que também já foi notificada no processo.
Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, A medida atende a um pedido da família, que contesta os laudos oficiais e busca provar que uma falha mecânica na aeronave, especificamente no profundor, teria provocado a tragédia. Com informações do Jornal do Comércio.

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