06/09/2026
O Instituto de Criminalística de São Paulo descartou a hipótese de suicídio na morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana. Segundo laudo complementar produzido no âmbito da investigação, essa possibilidade é incompatível com os elementos materiais analisados pela perícia.
O documento também aponta indícios de intervenção de uma segunda pessoa na morte da policial, reforçando a linha de investigação de que Gisele teria sido vítima de homicídio.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, então companheiro de Gisele, é réu por feminicídio no caso.
A policial foi encontrada com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo na cabeça, no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava. O tenente-coronel, que estava no imóvel, acionou o socorro e inicialmente relatou o caso às autoridades como suicídio.
Posteriormente, a ocorrência passou a ser investigada como morte suspeita. Desde o início das investigações, familiares de Gisele contestaram a versão de que a policial teria tirado a própria vida.

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